sábado, 7 de novembro de 2015

Barends... uso!

A cada dia que passa penso no conforto da bicicleta como uma questão essencial ao uso. Convivo com as dores de cabeça quando pedalo por distâncias maiores, mas isto também é comum no meu cotidiano de trabalho quando o trabalho é longo e permaneço em pé por longos períodos. Todo mundo nasce com seus defeitinhos físicos, o meu certamente esta ligado a coluna. Isto é uma introdução sobre esta importância do conforto. Há tempos observo estes bar ends (ou barends)... eles possuem algumas vantagens que já descrevi aqui outras vezes, em outros posts relacionados a guidão e conforto de pedalada. As pontas arredondadas e com menor potencial de ferir o ciclista e o pedestre que cruzar a frente de forma acidental com o ciclista, garante um dano menor. Supondo que a colisão é inevitável, melhor é ser atacado por uma bicicleta com bar ends metálicos e com extremidades duras e proeminentes ou com revestimento emborrachado e arredondado. É óbvio que há menores danos potenciais em um modelo cujo pensamento foi proteger o ciclista ou que cruzar o caminho de forma acidental. A opção de se ter mais de uma pegada de guidão é extremamente importante para a circulação de sangue nas mãos e braços. A dormência pode ser um indicativo de problema não apenas de bike fit incorreto ou inexistente como também da falta de possibilidades no assunto do guidão. Aì entram aquelas velhas discussões sobre modelos de guidão, tais como butterfly, drop, etc. Particularmente, gosto muito de guidão reto, mas o que falta neste modelo é justamente uma segunda opção de "empunhadura", e então o bar end é alternativa de valor. O bar end da Tranz x do modelo acima coloquei em teste em minha Giant Prodigy 700C, com guiador reto. Espero ter boas notícias sobre o conforto... em breve comunico!