quinta-feira, 23 de maio de 2013

Páralamas, para quê?

Bom, estou com grande dificuldade para finalizar um grande projeto. A Sekai Sprint 1000, pois não encontro os freios como eu gostaria. Seriam freios de alcance longo, pois frames como este da imagem e outros a exemplo da caloi 10, peugeot 10, e assemelhados desta geração possuem um distanciamento maior do fixador do freio em relação ao aro. Mesmo utilizando aros 700 (ou 28), o freio não alcança. Estou com a bicicleta praticamente pronta, e não consigo finalizar esta parte. Os páralamas consegui na Rodociclo Bike Shop, que a pouco deixou de ser apoiador do Bikes do Andarilho, mas passa a ser apoiador da Revista Bicicleta, dentro de alguns dias.  A reconstrução de bicicletas antigas tem alguns obstáculos, mas felizmente consegui páralamas semelhantes a estes da foto acima. É uma foto de internet, não pertence a nenhum projeto nosso. Ainda quando a bicicleta esta sendo montada, pensei muito a respeito do uso de páralamas. Acredito que na nova finalidade da bicicleta, a melhor alternativa corresponde a inclusão destas peças para fins de uso em dias de chuva ou para aqueles momentos onde não tem alternativa para passar em um lugar com água, por qualquer motivo que seja... inclusive pelas intermináveis obras de Porto Alegre. A bicicleta esta ficando muito bonita, e os páralamas certamente darão um especial toque de mobilidade urbana. Mesmo com o Shimano Nexus com contra pedal, decidi que a bicicleta teria freio de aro pelo menos na roda dianteira. Achar o tal freio para rda dianteira parece ser um problema. No Brasil não tem este acessório, ainda não achei. Achei apenas peças antigas, feias, que não ficam de acordo com o restante do projeto. Quem já viu a bicicleta, entende... poucos viram. Estive com ela em alguns lugares, coloquei no carro pra não rodar, mas para poder experimentar freios disponíveis nas lojas. Na Adventure e na Rodociclo não tinha, não esta sendo fácil, mas a gente chega lá.