terça-feira, 16 de novembro de 2010

Semelhança não é concidência


Neste feriado acabei ficando em Porto Alegre... não fui pescar, e não fiz um pedal. O máximo que fiz foi fotografar a beira do calçadão de Ipanema. E isto é apenas três quadras de casa... ainda fuii de bicicleta pq estava com preguiça de acompnhar a esposa em uma caminhada pela manhã. Penso que todos precisamos de um descanso. Aproveitar para curtir outras coisas da vida, como ficar em casa, de pernas pra cima, tomar um chimarrão, ou arrumar a casa. Em 3 dias deu pra fazer de tudo um pouco. Coloquei as magrelas para a rua e as deitei no gramado. Notável é a semelhança entre elas para leigos... tanto que minha cunhada questionou a diferença entre elas, achando-as semelhante pelo tradicional formato do quadro e cor. É verdade, são parecidas... são completamente diferentes ao andar. Onde a speed atinge sem meu esforço a velocidade de 28-30 km/h, a mtb se diferencia por uns 8 km/h a menos com a mesma energia. Mais ou menos isto. No entanto, o asfalto parece ser duro como só pedra poderia, e na mtb o rodar é macio... muito buraco desaparece, e tem até cordão que não precisa pular. Tudo é jeito nesta vida. E se há hora para correr, também para passear, e assim se justifica a diferença entre bikes que se parecem... frames tradicionais triplo triângulo, pretos e delgados. Dono que parece estar falando de algo que tem tanto importância. E quem sabe se até tem... quem somos nós para dizer que o valor pessoal não é incontável? Bikes e meninos... velharias e homens, cada um ama o que bem entender, inclusive a semelhança entre bicicletas.

Roberto Furtado