quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Cubo dínamo... Luz no seu caminho!


Para aqueles que realizam passeios ou viagens a noite, o cubo com dínamo, é uma opção mais do que interessante. Um cubo que oculta um acessório, produzindo energia para manter funcionando farol e iluminação traseira. Isto transforma os acessórios a pilha ou a bateria, e acessórios de emergência... sem falar que economiza-se pilhas, e o tempo do ciclista. Em lugares onde não há uma tomada, o ciclista portador do cubo dínamo é um feliz proprietário... não fica na mão, e nem na dependência das malditas pilhas.
Seria bom se os importadores do ramo de bicicletas, resolvessem trazer tais acessórios, inexistentes no mercado brasileiro.
Roberto Furtado

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Porta GPS ou Celular para guidão!

Fotografia: Roberto Furtado

O porta GPS ou Celular é uma alternativa para quem precisa ficar com o celular a mão na pedalada, ou de olho nas informações do GPS. Regulável para qualquer tamanho de aparelho, um suporte quase universal. Uma vez que esteja fixo no guidão, é possível mudar também, a angulação do aparelho em relação ao guidão. Firma muito bem o objeto, mesmo na trepidação do chão batido... testado e aprovado por mim. Para segurança, recomendo o uso de uma cordinha no GPS ou no celular, apenas para garantir.


sábado, 21 de fevereiro de 2009

Alforge - opção aos cicloturistas



Foto de um modelo que usei na minha GT com rodas 700
O alforge é a opção para levar a bagagem necessária nas viagens. Neste tipo de bolsa, como o da foto, é possível levar garrafas (1 de cada lado), roupas, ferramentas, e até um saco de dormir. O volume médio de um alforge como este é de 50-60 litros, mas existem menores e maiores, oferecendo opção a cada gosto. Ainda é difícil de encontrar no mercado, raramente aparecem mais de 5 opções simultaneamente. Esta dificuldade de encontrar deve-se ao uso restrito, além de ser específico para bicicletas. A maioria dos alforges é meio universal, sendo adaptável a qualquer bagageiro... e existem bagageiros melhores ou mais simples. Mais importante do que leve, o bagageiro deve ser forte suficiente para suportar o peso do alforge carregado. Já fiz alguns raciocínios sobre o bagageiro, e uma das questões que me preocupa é a resistência do mesmo a tombos. Em outras situações, escolheria o bagageiro de aluminio, mas estando longe de casa, o bagageiro de aço é interessante, pois aceita o tombo e a reparação sem ajuda de solda. Já o bagageiro de aluminio... bom, quebrou, acabou o passeio!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Escola de bicicleta

Este site é realmente uma escola de bicicleta... traz bastante informação, tamanho da bike, uso, recomendações, etc
Uma boa indicação de visita!

http://www.escoladebicicleta.com.br/

Roberto Furtado

Trek 470... o passado mais bonito que o presente!


Foto de uma TREK 470 devidamente reconstruída.
Após a aquisição de um velho quadro de uma trek 470 1995, comecei a pesquisa para recuperar a bike que sonhei em ter um dia. Minha história com a trek 470 começou em 1994, quando certa, vez, encomendei diretamente de uma revenda trek americana (através de uma revenda brasileira). A trek, com algumas exceções, não vende quadros... vende apenas bikes completas, assim como outras grandes marcas. Com esta encomenda começou uma espera, e com ela, atrasos e desculpas. Acabei pagando uma diferença e pegando um quadro de trek 2000 (aluminio easton), e fiz a montagem com peças especialmente escolhidas, como campagholo mirage e athenas, peças da época. A trek 2000 ficou muito boa, porém toda vez que eu via uma trek 470, e sua irmã mais simples (a trek 370), batia um arrependimento. Pq não esperei?
O tempo passou, e neste ano passado de 2008, encontrei um quadro trek 470 do meu tamanho, ainda com pintura original (muito ruim), estrutura em perfeito estado. Não há presença de marcas significativas no quadro ou garfo, que possam comprometer a estética após a pintura. Com este quadro, inicio a restauração da trek 470... pretendo fazer o mais original possível.
Reparando na foto acima se sabe que é um clássico veloz da trek.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Tchaka... o melhor em manutenção de bikes!

Foi a pouco tempo atrás que conheci o Tchaka, mecânico de bikes aqui de Porto Alegre. Ele me foi apresentado pelo André, e desde então tenho levado a bike somente para ele. Abandonei todas as lojas de Porto Alegre que prestam este serviço, por relaxamento ou incompetência. As lojas nunca acertavam, e eu acabava fazendo a manutenção em casa, e mesmo sem prática ficava melhor. Felizmente, Tchaka mora perto de minha casa, e não é trabalho algum levar a bike até ele. Notável a minha alegria toda vez que busco a bike, reguladinha e precisa, funcionando sempre como nova. Não tenho palavras para agradecer, e por isto achei a melhor alternativa... propaganda dos serviços de manutenção.

O telefone dele é 0XX 51 84148294

Um grande abraço ao mecânico e amigo Tchaka, e sucesso.

Roberto Furtado

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Um sábado de 230 km ( Pinhal - POA - Pinhal )

Durante a semana, programamos uma ida ao litoral... especificamente ao Balneário de Pinhal, praia de Oceano mais próxima de Porto Alegre (112 km). Nos reunímos na casa do amigo e mecânico de bikes, Tchaka... também conhecido como Carlos! rsrsrsrs
Ao todo, 14 bikers, sendo 13 garotos e 1 garota! Prontos pra jornada, partimos as meia noite e meia, e pedalamos em ritmo forte. Após passar 5 km do pedágio, a bike do André teve o aro danificado, supostamente pelo excesso de pressão. Aguardamos com ele, pelo socorro do pedágio (por sinal nota 10), e continuamos. Depois de pedalar cerca de 55 km, estourou a lateral do pneu do Rossano... por sorte havia um pneu extra, que salvou a noite do biker! Durante a troca de pneus, fomos atacados por um "enxame" de pernilongos vorazes! Ninguém podia ficar parado, senão era sugado até ficar seco pelo mosquitos assassinos. Feito reparo na bike, continuamos, chegamos a Capivari do sul... agora faltavam apenas 30 km. Tudo certo, lenha na máquina, e média de 25 km/h... as vezes, por curiosidade, olhei o GPS que indicava velocidade momentânea de 29 km/h. Ficávamos em "fila indiana", aproveitando o vácuo do colega da frente.
Passamos pelo tunel verde, e começava a clarear a noite, indicando o próximo nascer do sol. Finalmente chegamos a beira da praia, alegria e emoção, de uma empreitada bem sucedida, com parceiros leais, sem dormir... o sol nasceu, lindo! O Eduardo tomou banho de mar, incrível! Disse ele que a água era quente, mas ninguém quis entrar no mar. Saímos da beira de praia, e fomos a padaria Santo Antônio, ao lado da SAPP, tomamos um delicioso café da manhã (mesmo que estivesse ruim, com a fome não seria problema). Após o café, nos despedimos (eu e Rossano), e fomos a uma velha casa de meus pais, onde dormimos até o meio dia. Levantamos, fomos almoçar... voltamos pra casa, e descansamos até as 17 horas para repor energias. Levantamos, arrumamos as coisas e "deitamos o cabelo" (somente eu e Rossano). Nesta altura, já eram 18:30 quando pegamos a estrada. Estrada movimentada, chegamos a Capivari por volta das 20 horas. Comemos uma torrada, e voltamos a estrada. O GPS indicava velocidades entre 23 e 28 km/h na maior parte do tempo, e logo chegou a noite... escuridão que era intermitente pelos faróis. Faróis que vinham contra, ofuscavam a vista e escondiam buracos, prejudicando o pedalar suave e contínuo. Muitas vezes, foi preciso pedalar de pé, pra amenizar o impacto dos buracos do acostamento. O acostamento esta terrível na RS 040, hão parte muito boas, mas hão trechos terríveis. Imperdoável uma estrada com pedágio e que apresente um acostamento naquele estado.
Forte na pedalada, e poucas paradas (paradas rápidas), passamos por Capão da Porteira... em seguida estavamos em morro alto. A cada km consumido, uma vitória e satisfação, e a certeza de que logo estaríamos em casa. Quando chegamos ao pedágio, logo foi possível imaginar a chegada em Viamão... e assim aconteceu. Passamos em Viamão, que aparentemente não tinha movimento normal, estava calmo. Passamos pela ponte que divide Viamão e POA, logo adiante o campus do vale da UFRGS. Pegamos a Avenida Ipiranga... a hora exata de 11:56 do mesmo sábado. Na altura da 3ª perimetral nos separamos. Agradecemos um ao outro pela parceria, e acredito que esta será uma aventura que jamais esqueceremos... o dia em que fizemos 230 km em um só dia, aproximadamente 11 horas de pedalada!
Obrigado a todos que participaram desta empreitada, e não esqueçam de me convidar pra uma próxima! rsrsrssrs

Considerações pessoais:

- o ritmo da ida foi muito forte;
- poucos quiseram voltar, mas muitos conseguiriam;
- a bike trek 820 estava especialmente confortável e confiável, graças ao Tchaka;
- poderíamos ter feito um dia de descanso;
- poderíamos ter dormido antes da jornada começar;
- não esquecer, nas próximas vezes, de levar peças extras (pneus, corrente, etc);
- revisar a bike antes da viagem é fundamental.
- não lubrificar a bike para viajar a praia no dia seguinte, é preferível rodar com ela por uma semana, desta forma a lubrificação excessiva se desprende da corrente, evitando transformar a corrente num croquete!

Grande abraço

Roberto

Rota para o Chile...

Uma rota do chile... encontrada pelo Renan, no guia 4 rodas de 2007. Apenas para mostrar como seria, por onde ir.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Movimento central para quadros espanados... salva-quadros!


Quantas vezes você já ouviu falar de quadros de aluminio que tiveram rosca do movimento central espanado? As vezes o movimento central é de aço, oxidando-se e ficando extremamente difícil retirar do quadro sem danificar o mesmo. O movimento central é muito mais forte que o quadro, quem perde é sempre o mais fraco... pobre aluminio! Para todo mal, quase sempre existe solução, mesmo que... tabajara! rsrsrsrs
O movimento central salva-quadro é um quebra galho bem interessante. Aliás, achei a alternativa na internet com foto. A peça custará menos que a reparação no quadro, então... salva-quadro no quadro "ferido".

Roberto Furtado

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Versatilidade em bicicletas 1

Eu e o amigo Raul, após alguns passeios e bagagem de km percorridos... discutimos sobre a versatilidade e especificidade dos modelos de bicicletas. Alguns modelos, muito apreciados por cicloturistas (como as bikes de aro 700) são tão específicas para o asfalto e chão batido liso (e limpo), que ficam com uso restrito. Numa viagem, não poderia escolher entrar em uma estrada de areião, pois em algum trecho a surpresa poderia ser grande. Imagine uma bike com pneus 700 x 38 (estou sendo favorável em termos de medida de pneu), enfrentando os "bolsões" de areia fofa que passamos na RS-118... impossível! Já exigiu cuidado de MTB´s com pneus 26 x 1.95, imagine só um pneu com pouco área de contato. A areia fofa, simplesmente passaria por cima do aro, pondo a prova o equilibrio do ciclista, forçando raiamentos da roda, e possibilitando uma queda prejudicial a bike e ao biker. Longe de casa, nem pensar! No fim, penso que uma bike versátil é aquela que permite o uso em qualquer terreno proposto ao cicloturismo... alterações rápidas, como a troca de pneus slick ou mistos, por pneus de grande largura e com garras, ainda é aceitável. Supondo que o trajeto seja estudado antes da viagem, e que se saiba que são 100 km de asfalto e mais 40 km de chão batido, justifica-se a troca de pneus. Bikers experientes, não levam mais que 15 minutos para trocar dois pneus. O uso adequado dos pneus, em cada condição, favorece o ritmo, a pedalada, e poupa o cicloturista de desgastes desnecessários. Em outra oportunidade, farei mais considerações a respeito.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Um sonho de pedalar pelo Chile...

O amigo Renan e eu, temos conversado a respeito de uma empreitada que agrada a ambos. O "desafio" seria ir até o Chile pedalando, tendo a oportunidade de ver de maneira única, o cenário lindo do Chile. Uma verdade que uma empreitada destas, leva tempo... muito tempo. É preciso organizar os "pilas", as bikes, materiais necessários a manutenção das bikes, vestimentas, alimentos, e prevenção de possíveis problemas. O desafio de estar preparado é maior do que a própria viagem, pois o ritmo fará o ciclista ao seu modo. O assunto poderia gerar dezenas de posts em um forum. Uma certeza é de que esta é a viagem que marca uma vida, histórias vividas que contaríamos aos netos, e que com certeza, fariam novos cicloturistas.

O Renan têm pesquisado, e me passou alguns links úteis... aos quais, compartilho com ooutros interessados.

http://www.furiosos.cl/

http://confinsaustrais.blogspot.com/2008_07_01_archive.html

http://rodaamerica.blog.uol.com.br/

Mais dois do you tube:

http://www.youtube.com/watch?v=3xNSB6nAAP8&feature=channel_page

http://www.youtube.com/watch?v=uGLiiSCVX-c&feature=channel_page

Renan, obrigado!

Grande abraço

Roberto

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Passeio até Itapuã - via RS 118 (chão batido)!





Eu, Raul e Renan... assim nesta ordem da foto acima, proprietários de bikes de aço cromoly. Duas trek 820 e uma specialized hardrock, adaptadas ao cicloturismo. Após saída de Porto Alegre as 8:00 de sábado, ponto de encontro ao lado da PUCRS, rumamos ao entrocamento entre a RS 040 e RS 118. Logo que entramos na RS-118, percebemos que o caminho seria de média dificuldade. Havia muita costeleta na estrada de chão batido, e alguns trechos havia areia fofa acumulada. O trajeto exigiu atenção e baixa velocidade... bikes com pneus 26 x 1.95, não havia como usar pneus slick. Um passeio bastante bonito e tranquilo, e chegamos ao Restaurante da Vó (a beira da estrada na periferia da vila de Itapuã, logo após a ponte sobre o arroio Itapuã) por volta do meio dia, onde almoçamos em um buffet bem servido ao valor de 10,00 (por pessoa). Depois de almoçar, fomos a beira da praia juntamente com a boca do arroio Itapuã (ao lado do clube de regatas de Itapuã), onde batemos a foto acima. O passeio de retorno via asfalto, passando pelo Lami e pela Restinga, foi tranquilo, porém quente! Alguns km antes de chegar ao entrocamento da restinga, paramos no tradicional suco, onde descansamos e apreciamos o famoso suco. Chegamos na zona sul de Porto Alegre por volta das 16 horas, um pouco cansados, mas felizes pelo excepcional passeio que fechou com mais ou menos 100 km.

Passeios com pequenos e organizados grupos, provam que o sucesso da empreitada é total. Não houve um dano nas bikes, nem sequer um pneu furado. Companheirismo é tudo.

Grande abraço aos meus companheiros Raul e Renan

Roberto Furtado

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Eixos... qual é o seu movimento central?

Esquema para identificar sistemas de eixos, pedivela
Retirado do sheldonbrown.com
Outro dia me deparei com um problema. Comprei um pe-de-vela muito bom por um preço convidativo, porém adiquiri sem eixo. Depois fui atrás do eixo, mas descobri que existem eixos bem parecidos ao olho desacostumado. Aí achei no Sheldon Brown fotos com nomes dos sistemas... passo agora aos colegas, para que não tenham o mesmo problema que tive. O octalink é o que mais engana... são dois, que mudam apenas o comprimento dos encaixes. Não esqueçam de verificar o comprimento do eixo, e a centragem do mesmo na bike. Uma tarefa que as vezes é complicada, e deve ser vista por um bom mecânico.