segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Câmbio Traseiro - Parte 1

Câmbio traseiro Sram Red, para speed
foto: sram.com

O Cambio traseiro também é conhecido como desviador traseiro (ou descarrilhador), é responsável por uma tarefa importante de trocar as combinações de relação de marcha. A mudança de marchas em velocidades muito baixas e muito altas é um desafio para o fabricante deste componente de bikes. Em baixa rotação em condição de subida, a dificuldade de troca de marcha é devido, geralmente, ao excesso de tração submetido na corrente, e ao esforço da corrente para ir de uma engrenagem de relação menor para maior diâmetro. O ciclista mais experiente já devem ter percebido que tal tarefa dificulta-se na medida em que ele esta em baixa velocidade e impondo maior carga a corrente. O desenho aplicado no cassete não é para bonito, é sim um artifício necessário, elaborado pelo fabricante para facilitar esta operação de mudança em condições desfavorecidas. Note que os avanços da "indexagem" são aplicados em correntes, engrenagens (do pinhão) e até mesmo das coroas do pedivela (ou pé-de-vela), sem esquecer da tecnologia do trocador e do câmbio. Fabricantes possuem linhas de evolução diferentes para cada faixa de valor, por assim dizer. Materiais mais aprimorados, custam mais, e também trazem consigo, melhores qualidades. Algumas das qualidades são meramente relacionadas ao peso, outras destacam-se no uso de materiais que permitem maior agilidade em trocas de marcha, e até trocas de melhor qualidade e precisão. Dizer que é tudo igual é incorreto, principalmente se tal afirmativa for atribuida a velocidade de trocas e a qualidade das mesmas. Já a durabilidade duvido um pouco... talvez seja fator dependente de fabricante para fabricante. Sem intenção e comparar, apenas aponto como campagnolo como uma material mais durável. Espero não ser injusto e errado, pois sabe-se que a Italiana fabrica apenas peças para speed.